Cotas raciais: justiça social ou discriminação?

Essa semana, o sistema de cotas raciais voltou a ser discutido no país. O Supremo Tribunal Federal validou, por unanimidade, a constitucionalidade do sistema de cotas, aprovando que as universidades públicas se utilizem do critério racial para reserva de vagas. O  julgamento ainda foi interrompido pelo índio guarani Araju Sepeti, que reivindicava a discussão das cotas para índios. 

A discussão no STF se deve a duas ações: uma do Partido Democratas (DEM), que alega a inconstitucionalidade da reserva de 20% das vagas da UnB para negros, e a outra de um estudante gaúcho que declara ter sido prejudicado pelo sistema de cotas implantado pela UFRGS.

 O sistema de cotas foi introduzido inicialmente nos Estados Unidos em 1960, com o fim de minimizar as desigualdades sociais entre brancos e negros. A proposta foi implantada no Brasil em 2004, pela Universidade de Brasília, e passou a ser adotada, até que praticamente todas começassem a usá-la. A justificativa desse sistema de cotas, conhecido também como ações afirmativas, é o eliminar desigualdades historicamente acumuladas. Atualmente 42,3% das universidades federais tem cotas determinadas pelo fator racial, seja ele índio ou negro.

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Sobre Vicky Régia

Sou uma jovem que se importa com que acontece no mundo e que acredita que através da informação realmente podemos fazer a diferença.
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